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“Rio na Cabeça” convida personalidades a recriar cidade

Dar chance ao pensamento independente é sempre bom. Quando o mesmo é multidisciplinar então, nem se fala. Com o projeto especial Rio na Cabeça o jornal O Globo ouvirá de outubro a dezembro personalidades de áreas tão diversas quanto complementares e suas ideias para um novo Rio de Janeiro. Obras entram na pauta, claro.

No entanto, mais do que isso, o grupo busca soluções para sustentabilidade, convivência e resgate da cidadania das camadas da população usualmente esquecidas. Sem esperar muito, mas cobrando pontualmente a participação do Estado, o discurso apresentado na edição nº272 da Revista (11/10/2009), fruto da reunião ocorrida em 1/10/2009 na galeria de arte Progetti entre os dez grupos de trabalho (confira lista abaixo), vez por outra no criativismo teórico, o que convenhamos é até aceitável dada a pluralidade de formações e experiências do grupo.

O segredo do sucesso é na união entre a utopia técnica e a capacidade de realização, custo e tempo disponíveis. E, claro, na importância das mudanças sugeridas para a cidade, logo após o término dos jogos.

O projeto inova ainda abrindo espaço para que os leitores enviem seus próprios projetos. E já tem até um regulamento para isso.

Aqui no DeOlhoEm2016 você acompanha toda semana nossa opinião sobre os projetos apresentados, assim como o link para a descrição no blog do projeto.

  • 11/10: José Júnior, coordenador do AfroReggae, e Luiz Stein, designer / Vigário Colorido Geral
  • 18/10: Raul Mourão, artista plástico, e Adriano Mendonça, arquiteto / MAM em Trânsito: Conexão do Santos Dumont e do MAM com o metrô Cinelândia
  • 25/10: Fred D’Orey, diretor de criação, e Fernanda Lima e Felipe Rio Branco, arquitetos / Rio, Paraíso Internacional do Surfe
  • 1/11: Léo Feijó, sócio do Grupo Matriz, e Marcus Wagner, designer / Bafônibus: Uma Ligação entre a Lapa e Outros Centros do Rio Noite Adentro
  • 8/11: Deborah Colker, coreógrafa, e Alder Catunda, arquiteto / Praça Paris: Vamos Ocupá-la
  • 15/11: Breno Silveira, cineasta, e Cydno Silveira, arquiteto / Trem do Morro: Um Novo Meio de Transporte pelos Maciços Cariocas
  • 22/11: Isabel Salgado, jogadora de vôlei, e Marcelo Lipiani, arquiteto / Dose Dupla: Pistas de Atletismo em Praças e Extensão das Ciclovias
  • 29/11: Rui Campos, dono da Livraria da Travessa, e Bel Lobo, arquiteta / Calçadão do Jardim Botânico: Caem os Muros do Jardim e do Jockey
  • 6/12: Marquinhos de Oswaldo Cruz, cantor, compositor e idealizador do Trem do Samba, e Nanda Eskes, arquiteta / Museu a Céu Aberto em Madureira
  • 13/12: Fernanda Abreu, cantora, e arquitetos do G-Urbe / Cidade do Funk

Especialistas reunidos para oferecer soluções e ideias para um novo Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Pellizzon / Agncia O Globo.

Reunião inicial do projeto em 1/10/2009. Foto: Gustavo Pellizzon / Agência O Globo.

1 comment

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#1Porphirio Lopes29/11/2009, 17:51

PRÉ-PROJETO DE UMA PONTE DE ESTRUTURURA METÁLICA PARA INSTALAÇAO DE UMA LINHA DE METRÔ, A SER CONSTRUÍDA NUMA FAIXA LITORÂNEA DO RIO DE JANEIRO LIGANDO IPANEMA À BARRA DA TIJUCA, COM ESTAÇÕES INTERMEDIÁRIAS
Uma ponte de estrutura metálica, apoiada em pilares metálicos fixados sobre bases de concreto, ancoradas no fundo do mar.
Duas estações principais — Ipanema, Praça General Osório e Barra da Tijuca – Terminal Alvorada. Em seqüência ou simultaneamente, sem nenhuma interferência com a construção da ponte, outras estações modulares típicas, São Conrado, Jardim Oceânico (Praça do O), outras onde a demanda as justifique.
Estações em estruturas pré-fabricadas de aço, localizadas por baixo da via, sem ligação estrutural com a via, montadas sobre pilares próprios, ligadas apenas por escadarias convencionais, mecanizadas e outros meios de elevação de pessoas e materiais.
Acessos em estruturas pré-fabricadas de aço, apoiadas sobre pilares de concreto, para ligação das estações com os pontos de embarque e desembarque.
Bases de concreto armado, fixadas no fundo do mar. Altura ligeiramente acima do nível da água, padronizadas, variando apenas com profundidade local.
Pilares em estruturas pré-fabricadas de aço, iguais na maior parte da via, diferentes apenas nos trechos das estações.
Vias em Vãos Modulares pré-fabricados em aço estrutural, todos iguais. Ao serem montados sobre os pilares, já estarão totalmente prontos e equipados.
Fabricação de todos os componentes de estrutura de aço, por processo repetitivo, em canteiros ou sobre balsas, localizados à beira mar em pontos de fácil acesso dos insumos sem interferência com os fluxos de transito locais.
Como todos os componentes pré-fabricados serão relativamente leves, poderão ser transportados por balsas, dos canteiros até os pontos em que serão incorporados à construção e montados por guindastes flutuantes.
Construção em curtíssimo prazo, e sem interferência nos fluxos de transito da Cidade. Dispensa desapropriações, perfuração de túneis e escavações que geram grande fluxo de máquinas e caminhões nas vias urbanas.
Possibilita Implementar a construção em várias frentes simultâneas: Bases de concreto no mar; Estação Ipanema; Estação Alvorada; canteiros de fabricação; montagem dos Pilares de aço; montagem dos módulos das vias; construção de estações e acessos, entre outras.
Após a construção e cura das duas primeiras bases, em cada extremidade das vias, quatro pilares e quatro módulos poderão ser montados. Dois em cada extremidade. Em seqüência, a cada nova base pronta, um pilar e dois módulos prontos e equipados, podem ser montados, em cada extremidade.
Já a partir da montagem dos dois primeiros vãos modulares totalmente prontos e equipados, possibilita a utilização de veículos especiais de apoio, sobre trilhos, para transporte de pessoal e de materiais.
Prevê que em toda a extensão da via modular haverá uma passarela de segurança, entre as 2 linhas, com descidas de escape em algumas pilares. Nestes pitares as bases de concreto em que se apóiam, receberão plataformas de aço com atracador de embarcações para fuga de passageiros em eventuais panes.
Esta passarela aumenta de largura nos trechos junto às estações, para possibilitar os fluxos de embarque e desembarque e a instalação de escadarias convencionais, mecanizadas e demais equipamentos de estação. Nestes trechos as bases de concreto serão mais largas ou duplas para receber pilares de dupla coluna para sustentação dos módulos estação.
Pré Projeto e imagens disponiveis

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